sábado, 6 de setembro de 2008

Pedido atendido!


DANÇA DOS FAMOSOS


Como haviam me pedido, coloco pra vocês que frequentam o Fã Clube da Sá, fotos dos bastidores, das apresentações da na Dança dos Famosos, na qual, Sá mandou super bem diga-se de passagem. Arrebentou tanto nos ritmos sensuais como Bolero e Passo Doble, como nos mais agitados como Merengue e Hip Hop, além de ter conseguido superado a forte distenção muscular que haiva sofrido durante os ensaios. Sá merece mais uma vez nossos aplausos pelo seu esforço, dedicação que ela teve nos meses que se seguiram com a Dança dos Famosos e que mesmo não tendo vencido a competição, Sá já é uma vitoriosa de ter conseguido chegar as semi-finais no quadro do Domingão do Faustão. Abaixo, a ordem correta dos ensaios e bastidores.


BOLERO





fotos da apresentação do Bolero, abaixo.




Ao lado de João, Sá deu um show de elegância ao som de "Eu Juro"



MERENGUE




fotos da apresentação do Merengue, abaixo.



Ao lado de João, Sá mostrou seu rebolado no merengue, ao som de "Piriripiti"



FORRÓ



fotos da apresentação do Forró, abaixo.



Sá e João demonstraram total sintonia dançando forró ao som de "Uma Noite e Meia"



LAMBADA




foto da apresentação da Lambada, abaixo.


A lambada da Sá e do João foi embalada por "A Cor da Cidade", primeiro sucesso de Daniela Mercury



PASO DOBLE



fotos da apresentação do Paso Doble, abaixo.




A música "Espana Cani" embalou a apresentação da Sá e do João



MAXIXE




fotos da apresentação do Maxixe, abaixo.



Sá e João arrasaram no maxixe. Eles dançaram coladinhos no ritmo de "Jura"



HIP HOP





fotos da apresentação do Hip Hop, abaixo.




"Você vai estar na minha", sucesso de Negra Li, embalou a apresentação no hip hop de Sá e João
que disputaram com essa música a semi-final da Dança dos Famosos, ao lado de Marco Antônio Gumenez e Rafael Almeida, o qual ganhou a vaga para final disputando com Cristiane Torloni, a campeã do quadro Dança dos Famosos.


quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Bastidores do PAPARAZZO da Sá


Diretamente do blog da produção do Paparazzo (http://www.globo.com/paparazzo) fotos
inéditas de tudo o que rolou nos bastidores do ensaio da Sá, o qual ela mesma disse, é seu segundo ensaio sensual.


MAKING OF parte 1


-
Autocrítica -




Samara Felippo chegou animada, porém receosa, para fotografar para o Paparazzo. Ao entrar no casarão no Alto da Boa Vista, zona oeste do Rio de Janeiro, usado como locação para as fotos, a atriz logo foi querendo ver as roupas que a produtora Joana Mazza escolheu para ela usar. "É que é o segundo ensaio sensual que faço", explicou. Simpática, aos poucos foi se soltando, mas não a ponto de ser menos exigente. Sob os olhos atentos do empresário Caio Fischer - que veio de São Paulo ao Rio de Janeiro especialmente para supervisionar o ensaio de sua "pupila" -, Samara se entregou de "corpo e alma" para as lentes do fotógrafo Ernani D'Almeida. Mas entre um clique e outro fez questão de ver o resultado na tela da câmera digital. "Essa aparece demais o seio, nessa estou barriguda...", disse fazendo uma autocrítica que realmente não faz jus a sua beleza.




MAKING OF parte 2

- GATA-



Para dar o clima selvagem do ensaio que tem por tema o filme "Fome de Viver", de Tony Scott, a equipe teve a idéia de colocar gatos em cena. Os angorás Sol e Margarida já circulavam desenvoltos pelo local quando a atriz chegou. Samara, então, teve a idéia de buscar em sua casa Brigitte, sua gata persa que foi um presente do ex-marido Sidney Sampaio. "É minha filha", disse a atriz. Ao chegar ao set, Brigitte já se mostrava "desconfiada": se escondeu atrás de um armário de onde não queria sair. Samara, no entanto, insistiu, a pegou no colo e acabou sendo arranhada. Profissional, ela fotografou com o machucado ainda sangrando, mas após a sessão de fotos, a gatinha foi devidamente levada para casa pela fiel secretária de Samara, Dulce.




MAKING OF parte final

- NOIR -



Para dar ainda mais o clima noir para a sessão de fotos, a equipe caprichou na produção. Folhas secas foram espalhadas pelo chão e metros de tecido voal foram estendidos para dar à casa um ar de mistério e sofisticação. Para pegar os melhores ângulos de Samara, o fotógrafo, Ernani D'Almeida, não se privou em, literalmente, se jogar aos seus pés deitando no chão de taco de madeira empoeirado.

Sá em Campinas!


Abaixo direto para nosso Fã Clube, fotos inéditas da e de todo o elenco da peça "Intenções Perigosas" nos bastidores da apresentação na cidade de Campinas, durante a turnê da peça pelo Brasil.






segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Menina dos pampas...


MARCOU ÉPOCA



Por causa da pele clara, sempre ouviu dos amigos que tinha “cara de época”. Mas nos anos em que emendou um trabalho no outro na Globo, Sá sempre foi chamada para tramas que se passavam nos dias atuais. Até que recebeu do diretor Jayme Monjardim o convite para interpretar a impulsiva Mariana, de “A Casa das Sete Mulheres”, personagem, a qual tornou-se um marco na carreira da Sá, sendo um dos seus trabalhos mais lembrados pelo público até hoje.



O ritmo das gravações na minissérie era intenso. Além disso, coube a personagem da Sá fazer o contraponto aos dramas das demais mulheres da
estância.
“A Mariana é a mais moleca de todas. É como um algodãozinho no meio do chumbo”
, define Sá. Chegando à hora, porém, de os autores Walther Negrão
e Ana Maria Moretzsohn deslancharem a trama da personagem, que também teve seu quinhão de amor e sofrimento. Depois de viver uma “apaixonite” pelo General Netto, de Tarcísio Filho, e “ensaiar” um namoro com Corte Real, de Murilo Rosa, ela se apaixonou perdidamente pelo peão João Gutierrez, mestiço de branco e índia vivido por Heitor Martinez. Logo, Mariana engravidou dele e enfrenta a fúria da mãe, Maria, interpretada por Nívea Maria.





História bem parecida a qual Sá viveu em “Concerto Campestre”, de Henrique de Freitas Lima. O filme é ambientado em 1860, apenas 15 anos depois da Guerra dos Farrapos, que movimenta a minissérie. As filmagens aconteceram no ano de 2002 em Pelotas, cidade do Rio Grande do Sul que também serviu de locação para “A Casa das Sete Mulheres”. No longa, Sá interpreta Clara Vitória, jovem filha de estancieiro que se apaixona por um maestro, engravida e acaba expulsa de casa. “É muita coincidência... Parece que estou vivendo a mesma história. De certa forma, o filme serviu de laboratório para a minissérie”, analisa Sá.





Tanto no filme quanto na minissérie, a maior dificuldade da Sá foi esquecer seu “carioquês” para adotar uma leve cadência gaúcha. “Cortei meus ‘erres’ e meus ‘xis’, mas também não carreguei no sotaque sulista”, esclarece, em obediência às determinações exigidas do diretor, Jayme Monjardim. Como as gírias e a musicalidade da fala dos gaúchos poderiam prejudicar o entendimento em outras regiões do país, Jayme havia pedido a todo o elenco de “A Casa das Sete Mulheres” que buscasse a neutralidade.





De “neutro”, porém, Mariana só tem o sotaque. Como a intérprete da mais alegre das mulheres da estância, Sá deu uma nota à outra. Já viveu momentos alternados de revolta, alegria e dor. Mas foi na seqüência em que a personagem recebe o pai ferido da guerra, e depois sofre com sua morte, que Sá precisou se superar. Já que Sá também havia perdido seu pai recentemente, vítima de câncer. “Evitei fazer transferências. Era a história dela - não a minha - que estava ali. Mas descobri que temos em comum uma enorme vontade de viver, apesar das dificuldades. Quero conservar isso para o resto da minha vida”, refletiu.


CURIOSIDADES

>> A minisérie "A Casa das Sete Mulheres" foi exibida entre 7 de janeiro e 8 de Abril de 2003, totalizando 52 capítulos.

>>
Foi escrita por Maria Adelaide Amaral e Walter Negrão, com colaboração de e Lúcio Manfredi Vincent Villari, baseada no romance homônimo da escritora gaúcha Letícia Wierzchowski, e dirigida por Teresa Lampreia, com direção geral de Jayme Monjardim e Marcos Schechtmann, e direção de núcleo de Jayme Monjardim.

>> A minisérie foi reapresentada em 15 de Agosto e 22 de Setembro de 2006, numa versão compacta de 24 capítulos.


>> Trilha sonora oficial de abertura "A Saga dos Pampas" de Marcus Viana Trânsfônica Orkestra.

>> Para compor a Mariana, Sá precisou estender as madeixas com o recurso "great lenghts". Com isso ganhou fios naturais de 60 cm, colados ao seu couro cabeludo.